Como a paixão pelo negócio, inspiração e balanceamento de dados podem impulsionar...

Como a paixão pelo negócio, inspiração e balanceamento de dados podem impulsionar o seu negócio!

As importantes realizações na indústria de arquitetura e construção não precisam necessariamente vir de uma grande empresa!

Uma implementação bem sucedida de tecnologia tem muito a ver com a gestão de mudanças. Isso não quer dizer colocar somente as ferramentas instaladas em operação, explicando porque cada uma delas tem um valor agregado. Acredite, isso é apenas 10% do trabalho, os outros 90% estão no entendimento da pessoas e como elas respondem às mudanças. Como resultado, deve-se incorporar qualquer excitação em torno de novas tecnologias e focar a maior parte das energias no lado “pessoal” das coisas.

Aplicando esse pensamento no universo profissional de design integrado, é preciso anexar a entrada de cada disciplina nos primeiros estágios de um projeto e então refinar os insights para chegar a uma solução que é altamente informada pela investigação e dados. Este processo requer afastar-se da ideia de intuição, o que não significa mudar as engrenagens inteiramente. Arquitetos e engenheiros, por exemplo, funcionam extremamente bem com base na intuição aliada à experiência profissional.

Mas, por que não fundir intuição, experiência e pensamento de design orientado aos dados? Em conjunto com as novas tecnologias, eles vão mudar como projetamos nossos edifícios e interagimos com nossos clientes. Os maiores avanços nesta área podem vir de qualquer lugar, não estão restritos a universidades ou grandes empresas.

A prova de que a fórmula dá certo é constatada em diversas empresas, seja do ramo construtivo, como de negócios, esportes e tantas outras, que não eram inicialmente os líderes da indústria, mas encontraram na parcimônia da tecnologia com o feeling  de seu staff o ponto de convergência para fazer a diferença, destacar-se e sair na frente da concorrência.

Um bom exemplo dessa aplicação pode ser conferida no livro “Moneyball: The Art of Winning an Unfair Game”, de Michael Lewis, que foi adaptado para os cinemas com o nome de “O Homem que Mudou o Jogo” e trazia Brad Pitt como Billy Beane, gerente geral do time de beisebol do Oakland Athletics. A história real foca nas tentativas de Beane em criar um time competitivo para a temporada de 2002, apesar da situação financeira desfavorável da equipe, usando uma sofisticada análise estatística dos jogadores.

Mas, por que esta citação? Simplesmente para mostrar importantes realizações na indústria de arquitetura e construção não precisam necessariamente vir de uma grande empresa com recursos abundantes. Elas virão de pessoas que têm paixão pelo negócio e podem fazer algo especial, inspirando o design por meio da tecnologia.

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