Trabalhadores biônicos na construção civil

Trabalhadores biônicos na construção civil

Como a tecnologia wearable chegará aos canteiros de obras, trazendo produtividade e segurança ao trabalhador!

Graças aos incessantes avanços e desenvolvimento da Sarcos Robotics, a tecnologia wearable robótica pode tornar-se mais comum em canteiros de obra dentro dos próximos dois a três anos. A iminente chegada da tecnologia vem com a promessa adicional de produtividade e segurança do trabalhador.

Recentemente, a empresa americana, que já tem 25 anos de pesquisa no assunto combinando o julgamento, o instinto e a inteligência humana com precisão, resistência e força robótica, apresentou o design de seu exoesqueleto robótico que permite ao operador transportar até 90 quilos por períodos prolongados.

A vestimenta de corpo inteiro, formalmente conhecida como Guardian™ XO, levou 17 anos e US$175 milhões para ser idealizada e virar realidade, com previsão de lançamento comercial até 2020.

O exoesqueleto foi projetado para ajudar a reduzir a tensão sobre os músculos e articulações dos trabalhadores da construção civil envolvidos em trabalho pesado, dando-lhes um pouco de força super-humana. Construído com uma amplificação de força de 20 para 1, uma viga de aço parecerá ter apenas 5 kg com o uso da vestimenta robótica.

Mais que isso, mesmo com toda indumentária, o operador tem um equipamento totalmente flexível, podendo executar tarefas que necessite de movimentos como dobrar, torcer e elevar, tudo graças a uma complexa rede de sensores integrados que permitem ao usuário controlar instintivamente o robô em conformidade com seus reflexos naturais, reduzindo o necessidade de instrução e formação.

Parecendo ter saído de um filme sci-fi e reconhecido como uma das principais inovações dos últimos tempos, o robô Guardian™ XO nasceu de uma necessidade fundamental para trabalhar com mais eficiência, criando uma perfeita sinergia entre homem e máquina. “Há muitos equívocos sobre a disponibilidade comercial e a viabilidade de exoesqueletos industriais que são capazes de aumentar substancialmente a força humana e resistência, incluindo a quantidade de energia necessária para operar estas máquinas”, conta Ben Wolff, presidente e CEO da Sarcos. “Com nossas inovações na otimização de utilização de energia, a Sarcos tem sido capaz de fazer o que nenhuma outra empresa de robótica faz com exoesqueletos alimentados ou robôs humanoides – ter um um robô de escala humana fazendo um trabalho importante por até oito horas em um única carga”.

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