O que a profissão de arquiteto(a) mais exige? Paixão!

O que a profissão de arquiteto(a) mais exige? Paixão!

Muito mais do que apenas números, fórmulas ou qualquer assunto de exata. Quem escolhe a arquitetura precisa estar ciente de que um dos pré-requisitos é a paixão pela profissão!

Ser arquiteto vai muito além do fator tecnicidade, fórmulas matemáticas, contas, métricas. Requer paixão e um olhar diferenciado sobre o seu trabalho e o prazer do outro. Se alguém já imaginou ser arquiteto, mas pensou que não poderia lidar com os aspectos técnicos, essa pessoa não está sozinha.

É uma pena que tanta gente tenha essa visão, mas como um punhado de outros estereótipos sobre arquitetos que não são verdadeiros, ninguém precisa ser um exímio desenhista ou mesmo um matemático ferrenho, até mesmo porque, 99% de toda a matemática que se usa no dia em dia envolve o mesmo tipo de coisas que uma criança da 5ª série aprende. Adição, subtração, multiplicação e divisão, é isso.

Na arquitetura, a maioria da matemática com que se trabalha é associada a dimensões. Sempre que se coloca um detalhe num projeto, um dos controles de substituição é o tamanho das partes que se juntam. Tenho espaço suficiente para todas as peças que preciso? As coisas se alinham? Os componentes são igualmente espaçados e separados?

Pense, por exemplo, num projeto onde um piso e parede de vidro se unem, sendo preciso que o arranjo e dimensionamento do aço estrutural seja trabalhado e retrabalhado, seja necessário o deslocamento com a viga de aço, tamanho das colunas verticais que se conectam ao chão para a estrutura de treliça para o teto e por aí vai. No final, quando a obra dessa ponte estiver concluída, nenhuma das colunas poderá ser vista na parede de vidro. Será preciso algumas habilidades de matemática para resolver este problema? Certamente, mas isso não é mágica, e absolutamente nada disso requer trigonometria, cálculo ou física.

É preciso aprender a aprender, ou seja, trabalhar sua inventividade, colocando a mente num estado em que possa resolver coisas que são difíceis e desafiadoras, forçando-a a empurrar-se e desenvolver habilidades que possam ser de valor periférico para você. Embora seja possível que haja diversos trabalhos arquitetônicos que exigem capacidade para processar problemas de matemática de alto nível, você pode nunca se deparar com algum deles.

Ainda não acredita? Recentemente diversos arquitetos renomados ao redor do mundo foram questionados sobre o assunto e a totalidade de entrevistados concordou que, apesar da matemática básica ser bastante útil no dia a dia, principalmente para lidar com a matriz de dimensões, quantidades, área, volume e outras relações geométricas, ela não define um bom profissional e ninguém precisa ser um esteta em cálculo avançado. O mais importante é o processo de concepção de um projeto, onde não se usa cálculo, mas se desenvolve padrões lógicos para resolver problemas.

E falando de paixão, sabe onde você pode encontrar uma verdadeira reunião de quem mais entende sobre isso? Na Feicon Batimat – plataforma de inspiração, conhecimento e relacionamento para todo o mercado da construção civil.

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