Imagem remete a mudanças de comportamento dos consumidores
Foto: Abafrutas

De acordo com pesquisa realizada em março pela PMA (Produce Marketing Association), associação que reúne produtores de frutas, legumes e verduras no Brasil, 81% dos consumidores demonstraram preocupação com a higiene e segurança dos alimentos devido a pandemia de Covid-19. Na matéria abaixo, retirada do Blog do Plástico, você confere detalhes da nova realidade no comportamento dos consumidores considerando o ponto de vista da utilização da embalagens de plástico.

Com a pandemia de Covid-19, cerca de 81% dos brasileiros demonstraram preocupação com a higiene e segurança dos alimentos, mostrando mudanças de comportamento dos consumidores. De acordo com pesquisa realizada em março pela PMA – Produce Marketing Association, associação que reúne produtores de FLVs (frutas, legumes e verduras) no Brasil. Por outro lado, o consumo de produtos frescos de qualidade é fundamental para manter a saúde e os níveis de imunidade altos. Segundo a Termotécnica, os supermercadistas relatam aumento significativo de 40% na procura por estes alimentos.

Essa nova realidade vem alterando o comportamento do consumidor. Conforme a mesma pesquisa da PMA, 59% dos consumidores informam que têm procurado mais produtos frescos embalados por motivos de segurança alimentar. O que era a granel agora vem sendo embalado, iisso porque as embalagens proporcionam menos interação humana em todo o processo de produção. Bem como movimentação e exposição no ponto de venda, até a mesa dos consumidores.

Facilidade na logística de e-commerce e delivery

A medida que ocorre as mudanças de comportamento dos consumidores com alimentos e compra de supermercados, toda a cadeia de fornecimento sofre grandes alterações nos negócios. Com a redução da frequência dos consumidores nas lojas físicas, o mercado de FLV vem crescendo sua representatividade no e-commerce. E os aplicativos de entrega de comida, como o Ifood, antes dedicados aos estabelecimentos de gastronomia, já estão realizando as entregas para os supermercados.

Adquiridos via e-commerce e entregues por delivery, os produtos frescos embalados ganham ainda mais força. Dessa maneira, se garante que os produtos cheguem até a casa do cliente mantendo sua qualidade e segurança. E mesmo nas compras feitas pelo computador, mas retirados em um ponto de venda, é preciso que já estejam embalados e prontos para serem levados pelos clientes.

Ainda quanto as questões logísticas, as embalagens em EPS eliminam despesas também com fretes de retorno. Tendo em vista que o EPS é “one-way” e pode ser 100% reciclado no local de destino. Isso torna as soluções em embalagens EPS sustentáveis e adequadas para acondicionar as FLVs do campo à mesa. Sem contar que reduz a absorção de impactos no transporte, manter e melhorar a exposição no varejo reduzindo o contato humano com os produtos em toda a cadeia.

As embalagens conservadoras em EPS (poliestireno expandido, também conhecido pela nome de marca Isopor) permitem alto isolamento térmico. Também contam com absorção de impactos, facilidade no empilhamento, transporte e exposição dos produtos. Todas essas propriedades representam dias a mais com FLVs saudáveis e frescos nas gôndolas, com vantagens para o varejista e consumidores.

Os produtos embalados também ganham importância. Uma vez que a rastreabilidade dos produtos é fundamental tanto para garantir a sua procedência e qualidade, quanto no processo de entrega.

Redução do contato humano no manuseio de alimentos evitando riscos de contaminação é uma das mudanças de comportamento dos consumidores

No artigo “Coronavírus: cuidados na produção, no processamento e no consumo de hortaliças” publicado no portal da Embrapa, a marca salienta que: “Até o momento, não há relatos de que alimentos, incluindo produtos frescos, estejam associados à transmissão do SARS-CoV-2”. No entanto, alerta que as etapas a serem seguidas devem ser realizadas com rigor e responsabilidade. Seja este no recebimento e a seleção das hortaliças na agroindústria; no processamento, durante o embalamento de FLVs processados; até o transporte refrigerado do produto para os pontos de comercialização.

As embalagens em EPS não apenas preservam a qualidade dos FLVs e prolongam sua vida útil. Mas também atuam como uma barreira física que impede o contato dos produtos com as mãos. Mantendo-os protegidos durante todo o processo, evitam o contato humano diretamente sobre os produtos frescos até serem adquiridos pelo consumidor. Com isso, consequentemente, o risco de contaminação de frutas, verduras e legumes durante a cadeia de suprimentos é efetivamente eliminado.

Ampliação da vida de prateleira (shelf-life) dos produtos frescos

Uma das outras mudanças de comportamento dos consumidoresem em tempos de isolamento social é a redução da frequência de idas aos supermercados. Além, claro, da presença de um maior volume de compra de uma só vez.

Segundo a Termotécnica, fabricante de conservadoras de alimentos em EPS da marca DaColheita, as embalagens atrasam efetivamente os processos de amadurecimento e envelhecimento. Neste formato, inibem a decomposição microbiana e preservam a qualidade e o valor nutricional das frutas e legumes embalados. Portanto, prolongam o tempo em que podem ser consumidos. São amplamente utilizadas também para armazenamento prolongado e remessas de longa distância de produtos frescos.

Isso é fundamental em um momento em que as cargas de exportação de FLVs. Neste caso, por exemplo, não estão sendo descarregadas no prazo e deixados parados em armazéns por longos períodos. Os exportadores e importadores de produtos frescos preocupam-se com o fato de que a qualidade se deteriorará consideravelmente quando a produção chegar ao cliente, impactando seu valor e aumentando o desperdício.

Acesse o Blog do Plástico com a matéria original e confira mais recursos que podem ser adotados, além da higienização na cadeia.

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