Aprenda a usar o amargor para dar “up” em seus coquetéis

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Já viu criança pedindo para comer jiló? É difícil, mas acontece. O explicação está no amargor e tem até uma função evolucionária para a humanidade: o sabor funciona como um alerta de que aquele alimento pode causar algum dano para a saúde. Milênios de tentativas, erros e, provavelmente, algumas mortes, fizeram com que nos acostumássemos com o amargo – e até o valorizássemos, vide a amada cerveja e seus lúpulos.

Na coquetelaria o sabor também é essencial. Claro, ninguém está falando para você beber um drinque feito com chá de boldo. “Sempre que falamos em bitters ou amaros, temos que lembrar que elas também são doces em alguma medida. Um amaro sem açúcar fica intragável”, explica Fabio La Pietra, chefe de bar do SubAstor.

Para alguns coquetéis, um pouco de amargor pode ajudar a reduzir o dulçor excessivo ou equilibrar a acidez, sem mudar drasticamente o sabor. O caso muda de figura quando falamos de outros drinques em que os amaros figuram como ingredientes principais, caso de um Boulevardier ou Vieux Carré. A seguir, um pouco da história do amargor no mundo da birita e como tirar vantagem dele.

Essa é uma seleção de conteúdo da Reed Exhibitions sobre o mercado. Para continuar lendo, visite o site Nossa com a matéria completa.