Essencial na coquetelaria e pouco pop no Brasil, vermute nacional dá jogo?

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Essencial no preparo de inúmeros coquetéis clássicos, como Dry Martini, Manhattan e Negroni, o vermute não é exatamente popular no Brasil – basta reparar nas prateleiras, mesmos as de lojas especializadas, que costumam trazer poucas garrafas do vinho fortificado e infusionado com especiarias, quase todas importadas.

Até por essa causa da pouca variedade, fez barulho nos últimos dias o lançamento do vermute tinto Aureah, produzido pela Famiglia Griffo em Jundiaí, interior do estado de São Paulo, que também produz o coquetel engarrafado Negroni Ricetta 45.

Feito com vinho branco de uvas moscatel, leva ainda 20 ervas aromáticas (que não são reveladas) e corante caramelo, responsável pela cor avermelhada.

Primeiro, porque o produto foi feito para competir com garrafas vistas com mais frequência nos bares dedicados aos drinques, como Punt e Mes e Carpano Clássico.

Depois, pelo preço: na loja da Famiglia Griffo, o consumidor final pode comprar o Aureah por R$ 90, valor um pouco abaixo da média dos concorrentes importados. Para os bares, o preço deve ser um pouco mais camarada.

Essa é uma seleção de conteúdo da Reed Exhibitions sobre o mercado. Para continuar lendo, visite o site Nossa com a matéria completa.