Como transformar a confiança em um multiplicador estratégico dentro da sua equipe?

Como transformar a confiança em um multiplicador estratégico dentro da sua equipe?

Quando a confiança cai água abaixo em um relacionamento – ou em uma equipe, empresa ou entre um empreiteiro e subempreiteiro – a velocidade cai junto e por consequência, a qualidade do trabalho como um todo

Maximizar o desempenho humano e transformar equipes por meio da confiança. O que esses insights tem a ver com o setor construtivo? Como uma indústria sempre em ebulição, práticas desse tipo podem poupar muitas dores de cabeça e tornar o mercado mais aprazível e com um lugar ao sol para cada marca, pessoa, empresa, principalmente se pudermos melhorar a produtividade por meio da construção de confiança.

Quando a confiança cai água abaixo em um relacionamento – ou em uma equipe, empresa ou entre um empreiteiro e subempreiteiro – a velocidade cai junto com ela. Tudo que precisamos fazer leva mais tempo e custa mais. Temos que obter a validação e lidar com a política, burocracia e regulamentos que se interpõem quando não confiamos um no outro. Em outras palavras, confiança baixa é um empecilho a mais. A boa notícia é que, quando a confiança sobe em um relacionamento, a velocidade sobe com ela e os custos são minimizados. É previsível.

Na construção, velocidade e custo são o cronograma e o orçamento. Quando há baixa confiança, a qualidade do trabalho despenca, assim como a satisfação do cliente. Há lutas internas, culpa, má comunicação e falta de colaboração. O oposto acontece quando a confiança sobe. Projetos são feitos no tempo e dentro do orçamento. Empresas de alta confiança superam as organizações de baixa em 286%. A economia é real e confiança é a nova moeda.

Parte dessa confiança está atrelada a líderes que de alguma forma focam na sua credibilidade e comportamento. São modelos de integridade, competentes e que buscam soluções. É preciso ser uma boa pessoa e bom profissional para inspirar confiança. Deve ser ainda direto, transparente, mostrar lealdade, corrigir erros, sempre entregar resultados, além de enfrentar a realidade, ouvir e manter compromissos. Importante: se você não confiar nas pessoas, eles não confiarão em você. Se o ponto de partida com um empreiteiro geral, por exemplo, é a desconfiança, o subcontratante tende a retribuir de volta. O mesmo é verdadeiro com o relacionamento com o cliente.

Apesar de haver um risco em confiar em outras pessoas, já que elas podem violar esse sentimento, há um risco em não confiar nas mesmas, especialmente quando você trabalha em equipe. Numa cultura de baixa confiança, ninguém tem coragem de dizer que uma estratégia é datada, obsoleta ou não suficientemente abrangente. Isso acaba extrapolando tendências e fazendo repetir o passado, pois ninguém quer ser visto como um crítico, um chato. Já o ato de construção da confiança de um grupo ajudará a criar uma estratégia melhor, mais autêntica e realista. As pessoas serão mais abertas e transparentes e não apenas dirão o que o chefe quer ouvir.

No final, a confiança é a variável oculta que multiplica ou diminui os resultados!

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