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Expositora da FIEE, Toradex aposta em rápido time-to-market e produtos de fácil aplicação para se destacar no mercado

Fornecedora de soluções computacionais na indústria de sistemas embarcados, a Toradex confirma sua participação na FIEE Smart Future.

Guilherme Fernandes, Diretor de Vendas da Toradex Brasil | Foto: Agência de Inovação da UFSCar

Em entrevista exclusiva para o nosso canal de notícias, Guilherme Fernandes, diretor de vendas da marca, conta um pouco sobre as perspectivas de mercado e investimentos mão de obra qualificada para garantir o desenvolvimento do setor em 2019.

Confira abaixo a entrevista completa:

FIEE – O mercado está em momento de retomada, focado em novas tecnologias e soluções para o futuro. Qual você acredita que é o destaque da sua empresa para esta fase?

Guilherme Fernandes – Com a retomada do mercado e investimentos é importante para as empresas a agilidade e velocidade com que vão colocar seus novos produtos no mercado. A evolução da tecnologia nestes três últimos anos de crise foi muito intensa e na mão contrária a essa evolução, muitas empresas cortaram seus custos com P&D. Neste momento, é importante escolher soluções eletrônicas que abstraiam as complexidades de desenvolvimento e possibilitem a colocação rápida de novos produtos no mercado aproveitando a retomada de investimentos. Nós, da Toradex, focamos em rápido “time-to-market” com produtos de fácil aplicação, suporte profissional e estoque local.

FIEE – Na visão da marca, quais os principais desafios do setor no biênio 2018-2019?

GF – A cadeia de suprimentos será um desafio à parte para o setor. O mercado de memórias estava com tempo de entrega com média de um ano e, agora o mercado de capacitores apresenta um problema ainda mais grave; isso deve gerar aumento nos custos de componentes e atrasos em entregas de equipamentos eletrônicos, principalmente na indústria.

As empresas precisam pensar em custo do negócio como um todo (considerando o tempo de desenvolvimento, custos de manutenção de projeto, risco, prazos de entrega e custos com supply chain) ao invés de focarem o custo de lista de materiais.

Outro problema grave, está relacionado a escassez de mão de obra qualificada. Apesar disso, a área de desenvolvimento de sistemas embarcados apresentou intensa procura por profissionais e ocorreu uma grande saída de mão de obra qualificada rumo a outros países.

FIEE – Como você enxerga a transformação dos setores de elétrica, eletrônica, energia e automação no Brasil?

GF- O Brasil ainda possui um mercado de sistemas embarcados em sua grande parte apresentando soluções baseadas em microcontroladores. A ascensão e consolidação da internet das coisas, somada a expectativa do usuário de que qualquer equipamento forneça a mesma interação apresentada pelo seu celular torna o ambiente tecnicamente e economicamente inviável a utilização de soluções microcontroladas. Tal fato, trará uma revolução especificamente na área de sistemas embarcados, impondo uma atualização tecnológica das empresas e profissionais de desenvolvimento na área.

FIEE – Quais soluções a sua empresa acredita que devem ser destaque no setor para trazer transformação digital e conectividade para o mercado?

GF – A conectividade, aliada à necessidade de equipamentos que funcionem a bateria ou através de alimentação solar é um dos destaques do setor. As soluções de módulos embarcados, baseados na plataforma Colibri da Toradex, possuem grande poder de processamento aliado a consumo ultrabaixo. Esta solução é ideal para sistemas de monitoramento remoto, gateways para IoT, dispositivos de coleta de informação portáteis.

FIEE – Qual deve ser o foco do investimento do setor para que o mercado se desenvolva fortemente até 2019?

GF – O setor deve investir intensamente em qualificação de mão de obra e desenvolvimento de novas soluções locais. O Brasil apresenta desafios muito próprios que não são atendidos por soluções trazidas de fora do país. Além disso, o real desvalorizado torna as soluções estrangeiras caras e incompletas. Estes fatores formam um ecossistema propício a investimentos.

FIEE – Para a sua empresa, quais fatores são cruciais para a movimentação dos setores de elétrica, eletrônica, energia e automação?

GF – Acreditamos que a formação de mão de obra, a desburocratização e a melhoria de agilidade do governo e órgãos de certificação, são fatores fundamentais para a movimentação e retomada dos setores. Além disso, os investimentos públicos (linhas de crédito, licitações, etc) e privados (modernização de parque, investimentos em novas tecnologias) nas áreas de saúde, cidades inteligentes e agronegócios serão motores de crescimento.

A FIEE evoluiu e agora é FIEE Smart Future, um evento voltado para quem busca soluções convergentes em automação, conectividade, eletrônica e energia.

O credenciamento estará aberto em breve e você poderá ser um dos primeiros a garantir sua participação no principal evento do setor, basta preencher o formulário para ser avisado assim que o credenciamento estiver online.

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