Enzimas ‘poliglotas’ criadas em laboratório aproveitam até 70% da biomassa de cana-de-açúcar

Enzimas ‘poliglotas’ criadas em laboratório aproveitam até 70% da biomassa de cana-de-açúcar

Planta piloto do Laboratório Nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol (CTBE), no CNPEM, em Campinas (SP) — Foto: Erik Nardini/CTBE/CNPEM

Pesquisadores do CNPEM, em Campinas, desenvolveram melhoramento atômico-molecular de enzimas produzidas por fungos resistentes ao calor na busca por soluções para o uso integral da biomassa.

Enzimas encontradas em fungos resistentes ao calor e que sofreram modificações atômico-moleculares no Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), em Campinas (SP), são capazes de aproveitar até 70% do material descartado no processamento da cana-de-açúcar.

O pesquisador Mario Tyago Murakami, do Laboratório Nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol (CTBE), no CNPEM, explica que essas enzimas modificadas conseguem “falar todos os idiomas” presentes na biomassa, destravando ligações e transformando elementos da biomassa em açúcares fermentáveis, permitindo a produção de etanol de 2ª geração ou biomaterais.

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