Fim das lâmpadas halogenas na Europa

Fim das lâmpadas halogenas na Europa

As lâmpadas halogenas são compostas por um filamento de tungstênio, contido em um gás inerte e uma reduzida quantidade de um halogêneo como o iodo ou bromo. Quando ocorre a passagem da corrente elétrica pelo filamento, há a liberação de energia que transforma-se em calor e luz. Quanto maior o número de watts da lâmpada, mais calor ela irá emitir.

Desde o ano de 2009, medidas de proibição do comércio de produtos nocivos ao meio ambiente, vem sendo implantadas na União Europeia. Consequentemente, no dia 9 de setembro de 2018, foi estabelecida em toda Europa a proibição do comércio de lâmpadas halogenas, devido ao não cumprimento dos requisitos mínimos de desempenho energético e visando a redução das emissões de CO2.

Foi determinado que estabelecimentos que ainda possuem lâmpadas halogenas em estoque, tem a permissão de comercializá-las, do contrário, nenhuma lâmpada halogena poderá ser comercializada.

As lâmpadas halogenas possuem baixa eficiência em relação à quantidade de luz que produzem e à quantidade de energia que consomem, visto que, esse tipo de lâmpada necessita de um alto aquecimento para seu funcionamento.

Apesar da proibição do comércio desse tipo de lâmpada, existem alternativas muito mais econômicas, com ótimo desempenho energético e reduzido impacto ambiental, as lâmpadas fluorescentes ou de LED, cada vez mais presentes no mercado.

Essa é uma seleção de conteúdo da Reed Exhibitions Alcantara Machado sobre o mercado. Matéria publicada originalmente em Luxfort do Brasil.

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