O que as grandes redes estão fazendo?

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A uma semana da Black Friday, o otimismo é grande em todo comércio eletrônico nacional. Estimativa da ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico) aponta para gastos de R$ 2,87 bilhões apenas nos dias 22 e 23 de novembro. A hotelaria nacional também já embarcou no potencial da data e, já alguns anos, promove ações comerciais agressivas. Nada mais natural. Afinal, desde a ascensão das OTAs (Online Travel Agencies), o consumidor abraçou definitivamente a internet para fazer suas reservas.

Quem pensa, contudo, que a data serve apenas para engordar o faturamento no final do ano está redondamente enganado. Na era dos dados e da customização da experiência de compra do cliente, a Black Friday tem uma utilidade muito maior, em especial na hotelaria. “A data é um importante gerador de leads. Então, as empresas têm uma boa chance para aumentar sua base de clientes para trabalhá-la depois”, explica Carolina Haro, sócia da Mapie, indicando que este é um caminho para elevar a fatia de reservas diretas.

A especialista explica que, durante a Black Friday, o perfil dos clientes é, ao mesmo tempo, amplo e específico. “Há um perfil socioeconômico variado, mas todas as pessoas estão em busca de preço. Então, é bem relevante expandir a base, porque, muitas vezes, há condições para que esse público, que é bastante sensível a preço, tenha acesso aos produtos oferecidos e conheça sua marca depois disso”, avalia.

Ainda assim, ela faz um alerta: “Em cima de pesquisas da Mapie da Focus Right, percebemos que a fidelização existe e tem crescido na data”, afirma Carolina. “No entanto, não gera lealdade à marca. A fidelização ocorre para que consumidores tenham acesso a melhores preços ou a condições diferenciadas e experiências exclusivas”, ressalta.

 

Essa é uma seleção de conteúdo da Reed Exhibitions Alcantara Machado sobre o mercado. Para continuar lendo, visite o site Hotelier News para ver a matéria completa.