4 receitas de Bloody Mary para todos os gostos

Tem com uísque, cerveja e até com raiz forte: além de saboroso, o drink atomatado é versátil e pode ser feito de diferentes formas (todas deliciosas)

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Na coquetelaria e entre fãs de drinks, há uma lenda de que, de tão saudável, o Bloody Mary, receita atomatada com vodca e molho inglês (o Worcestershire Sauce), é uma opção válida para beber pela manhã. E como toda boa lenda, existe um fundo de verdade nisso: por seus componentes – nomeadamente o suco de tomate, o aipo e a pimenta – o coquetel tem propriedades como a vitamina C e o licopeno, que podem contribuir para o sistema imunológico e agir contra o envelhecimento, respectivamente.

Não se engane, porém. Ainda se trata de um drink que, como todos os demais, requer moderação, especialmente na quantidade de vodca (e outras bebidas) da receita. O boato da saudabilidade vem apenas para reforçar a nova onda do coquetel, que volta a ganhar popularidade quase 100 anos após sua criação – em 1921, por Fernand Petiot do Harry’s Bar em Nova York, segundo a história mais aceita.

Desde a época, ele experimentou altos e baixos: hora pelas mãos de escritores como F Scott Fitzgerald, em menções na série 007 ou em música dos indie rockers Artcic Monkeys, hora no ostracismo coqueteleiro.

Em algum momento da última década, porém, ele voltou a popularizar-se. Há que acredite que foi após sua aparição no filme O Grande Gatsby, de 2013. À época da estreia, o Daily Mail narrou a aderência de muitos bares à onda ‘sangrenta’ da bebida, cada qual desenvolvendo sua própria receita. De lá para cá, pouco mudou e variações da receita original (suco de tomate, vodca, pimenta e molho inglês) começaram a aparecer.

Para entender algumas delas, a GQ Brasil pediu ajuda da TABASCO, que forneceu quatro preparos diferentes do Bloody Mary, para todos os gostos – e horários, aparentemente.

Essa é uma seleção de conteúdo da Reed Exhibitions. Para continuar lendo, visite o site GQ com a matéria completa.